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 " Para  criaturas  tão  pequenas  como  nós, a vastidão só  é  suportável através do amor .”  - Carl Sagan 

Yellow Ostrich

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  I knew that dreams were for the best of us, not for the rest of us, and I I didn’t want to share with anyone

Band Of Horses

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  I'm coming up only To show you down for I'm coming up only To show you wrong To the outside, the dead leaves they all blow Before they died Had trees to hang their hope...
 Já passou. Já passou, acho. Já passou o que é possível passar, porque tem coisas, entendi ao longo do tempo, que não passam nunca. Os restos. O amor envernizado pelo nunca. Espero que você esteja bem. E que de vez em quando se lembre de mim quando escutar uma música, ou num instante de silêncio.

Mundos

Cada pessoa é um mundo. Um mundo de doces mentiras encantadoras, um mundo de mortalmente feridos, um mundo de impossíveis, um mundo de angústia, desilusões, alegrias e felicidade. Um mundo de encontros, desencontros e excentricidades, um mundo de dor, confrontos e solidão, um mundo de fábulas, ilusões e coração. Cada pessoa é um mundo, que pode ser de guerras, lutas e sorrisos, um mundo maior e multicolorido, um vasto mundo verde e celeste de paciência, um pequeno mundo de sonhos e dilemas. Cada pessoa é um mundo dentro de outro mundo que está prestes a se colidir. Um mundo de vários, ou algo permitido para alguns, um mundo inventado para se autodestruir. Um mundo de farsa e encenação, e vários mundos que giram em torno de um único sol, que foi desenhado para todos, mas que se equilibra em linha tênue para um só. E, então, você se dará conta de que… Cada corrente que se quebra, cada história que se acaba, cada sonho que se realiza, cada minuto que se vive, ...

Algum dia…

Algum dia, alguém irá falar das risadas que dei, dos sonhos que realizei, dos tombos que caí, das viagens que fiz, das pessoas que amei, das maldades que cometi, da bondade que demonstrei, das loucuras que senti. Mas que seja conhecido: ninguém lembrará o motivo das minhas risadas, nem o tamanho dos meus sonhos, nem como me arranhei fatalmente e, ainda assim, sobrevivi, nem das diversões que me faziam viver, nem das maldades que foram aniquiladas. Sim, eu me machuquei no amor, mas minha loucura me manteve viva para continuar, mesmo que o vinho acabe, que o cigarro apague, que o barco afunde. Que seja conhecido: o tamanho da minha vontade de ser contraditória foi o gás que impulsionou minha existência. E agora, não estou afim de ser somente um peixe num cardume que nada para um oceano de erros superficiais. E, quem sabe, o mar certo só esteja em minha cabeça. Que seja conhecido: que o irreal, as loucuras e a insanidade que habitam em meu coração, são ambi...

VOE.

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Tente. Sei lá, tem sempre um pôr-do-sol esperando para ser visto, uma árvore, um pássaro, um rio, uma nuvem. Pelo menos sorria, procure sentir amor. Imagine. Invente. Sonhe. Voe. _CAIO FERNANDO ABREU